quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Mas da censura ninguém está rindo.

"O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) está preocupado, pois entendeu que satirizar um candidato na TV gera desigualdade no processo eleitoral. Ufa! Agora os indefesos candidatos já podem respirar aliviados e se concentrarem na campanha em que, na mesma TV, durante a propaganda eleitoral gratuita, um terá 10 minutos a mais que o outro para expor suas ideias. Isso sim é democrático, igualitário e... Droga... Aqui caberia uma piada, mas não posso fazê-la.

Agora é contra a lei ridicularizar o candidato. Então, lembre-se: por mais ridículo que ele seja, guarde segredo.

Exemplo: Ainda que Collor ridiculamente ligue pra casa de um jornalista o ameaçando de agressão, por mais tentador que seja não mire sua lupa cômica nisso. Ele é candidato, e candidato aqui não fica exposto, fica blindado. O TSE nao é o feirante japonês que deixa a mercadoria exposta para que possamos apalpar e cheirar antes de levar. Ele é o coreano do Paraguai que a deixa na vitrine. Você não toca, não cheira. Apenas paga. Quando chegar em casa, reze antes de abrir a caixa.

E a discussão se essa censura é ou não constitucional? Tenho fé que em breve teremos uma resposta sensata. Logo após eles chegarem à conclusão de outra discussão que há anos os perturbam: afinal, o fogo é ou não quente?

O humorista pega a verdade e a exagera. Ao contrário do político, a verdade é imprescindivel para o sucesso de seu trabalho.. E esse é o problema. Num país onde culturalmente é bonito lucrar com a mentira, a verdade não diverte. Assusta. Indigna.

Onde já se viu um coronel permitir que manguem de sua cara em sua província? Então censuremos! Por isso, recentemente, tivemos imprensa brasileira censurada, jornalista estrangeiro expulso, repórter agredida e agora, humorista amordaçado. É melhor que o Estado defina o que pode ou não ser passado para o público, assim o público continua passando o que interessa para o Estado.

Aristófanes, pai da comédia antiga, exercia abertamente sua função de fazer o público rir, criticando instituições políticas e seus representantes. Se fosse brasileiro, hoje, Aristófanes não poderia realizar seu ofício. A visão democrática do TSE está mais atrasada que a da Grécia de 400 a.C.

Henri Bergson, filósofo francês, afirmou que "não há comicidade fora daquilo que é propriamente humano. Comicidade dirige-se à inteligência pura". Filosoficamente, o pessoal do TSE não é humano, nem inteligente o bastante para compreender o que foi escrito há quase um século atrás.

Freud, pai da psicanálise, entendeu que "rir estrondosamente, satirizar personagens e acontecimentos fazem parte da nossa experiência cotidiana e é crucial pra nossa condição humana". Um século depois, temos uma lei que impede a manifestação do cômico num evento tão importante pra sociedade como a eleição. Psicossocialmente falando, a democracia brasileira encontra-se retardada.

Estudos observam que primatas riem de boca aberta para manifestar raiva e hostilidade. A evolução preservou o instinto do riso no ser humano para que fosse a válvula de escape substituta à agressão física. A lei eleitoral quer abafar o instinto compulsivo da piada e do riso (e sabe lá Deus aonde isso vai pode explodir). Biologicamente, eles estão forçando um passo atrás na escala evolutiva.

Enquanto o Brasil se orgulha de dialogar com países desenvolvidos o suficiente para que nenhuma forma de comunicação seja restrita, a gente fica aqui rindo das imitações de Silvio Santos, porque é o que se pode fazer no momento. Claro, enquanto o Silvio Santos não for candidato.

Muito político faz chorar. Com a mesma matéria-prima o humorista faz rir. Para o TSE a segunda opção é uma ameaça e precisa ser contida.

A liberdade de expressão aqui tem o mesmo conceito de liberdade do zoológico. Faça e fale o que quiser. Você é livre! Desde que não passe os limites da sua jaula.

Não me multem, por favor. Isso não foi uma piada.

DANILO GENTILI é comediante stand-up e repórter do CQC da Band "


Link aqui

Dias comemorativos

Hoje é o dia do estudante e eu estou de férias, nada mais justo, afinal, no dia do trabalho ninguém trabalha.
Sendo dia do Estudante, sou obrigada a parabenizar os meus amigos do Colégio Estadual do Paraná, todos de férias hoje, mas alguns se matando no cursinho, uhsauhsauh.
Hoje também é o dia do Advogado, então devo dar parabéns duplos ao Dih (Por estudar em cursinho e querer ser advogado), à Juh (Por estudar no CEP e tbm ter esse sonho), ao Ricardo (Igualmente) e à alguns colegas meus que não são advogados mas sabem mentir como ninguém. :)


Feliz datas comemorativas pra quem elas se aplicarem. :D


terça-feira, 10 de agosto de 2010

Políticos de nosso Brasil

"O flagrante abaixo, enviado pelo Dudu, apesar de curto, é bastante esclarecedor sobre a relação torta entre a população carente e os políticos brasileiros. O vídeo, filmado através de uma câmera digital simples, é obra do menino Leandro, que na época tinha 17 anos.

Segundo o advogado Ricardo Gama, que publicou o vídeo na internet, Leandro faz “marcação cerrada” no governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, desde que este teria, segundo o jovem, lhe prometido um notebook que nunca foi entregue.

Todas as vezes que encontra Cabral, Leandro registra o evento. Dessa vez, não foi diferente: o jovem filmou a visita do governador a um complexo esportivo de sua comunidade na companhia do presidente Lula e, segundo Gama, da candidata Dilma Rousseff, que não aparece no vídeo.

O início já é chocante. O menino diz que seu esporte preferido é tênis e pergunta por que não há jogos da modalidade no local. Lula responde que “Tênis é esporte da burguesia, p*%rra!” e, em seguida, sugere que Leandro pratique natação. O jovem então responde: “A gente não pode entrar na piscina!”.

Antes que Lula esboçasse qualquer reação, Cabral pergunta ao menino – em tom quase debochado, diga-se de passagem – por que a população não poderia entrar na piscina. Leandro, que não é governador, não tinha a resposta.

Nesse momento, há um corte no vídeo e Lula aparece falando com pessoas que, aparentemente, são responsáveis pelo complexo. O presidente, visivelmente preocupado com a imagem, avisa:“O dia que a imprensa vier aí e pegar um final de semana com essa p*%rra fechada, o prejuízo político será infinitamente maior que colocar dois ‘guarda’ aí. Coloca dois ‘guarda’ aí. Coloca ‘o Bombeiro’ para tomar conta e abre isso.”. Cabral concorda.

Depois, abraçado com o presidente, Leandro reclama que todo dia acorda com o barulho doCaveirão, nome popular do carro blindado usado pelo BOPE em incursões nas favelas. Cabral, ao lado, pergunta: “Caveirão ou traficante na porta, ‘malandragem’?”. Leandro reafirma o que disse, alega ter vídeos para comprovar e ainda ouve risadas quando fala que na rua onde mora não há tráfico de drogas.

No fim, Cabral chama o menino de “otário” e sugere: “Coloca essa inteligência toda para estudar, sacana.”. Foi o desfecho ideal para o jovem, além de dizer que vai sempre á escola, corrigir o governador e mostrar que tem nome: “Leandro.”.

Vídeo aqui, assistam e vejam o interesse dos nossos políticos com seus futuros eleitores. "



- Notícia do site KIBE LOCO.

www.kibeloco.com.br

Frases do mestre Raul Seixas

"Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opnião formada sobre tudo"
"É pena eu não ser burro! Assim eu não sofria tanto."
"Para todo pecado sempre existe perdão"
"Que capacidade impiedosa essa minha de fingir ser normal o tempo todo"
"A desobediência é uma virtude necessária à criatividade"
"Ninguém morre, as pessoas despertam do sonho da vida"
"A formiga só trabalha porque não consegue cantar"
"A arte de ser louco é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal" ~> Lema da Família Pocó
"Como marido, sou um merda total. Como compositor e cantor, sou o homem ideal"
"O ponto de vista é o ponto da questão"
"Eu sou tão bom ator que me finjo de compositor e poeta e todo mundo acredita!"
"O Universo me espanta e não posso imaginar que esse relógio exista e não tenha um relojoeiro."
"Deus é aquilo que me falta para compreender o que não compreendo"
"Ri melhor quem ri mais alto"

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Contos de fadas reais

Me flagrei lembrando de uma conversa que tive com o Dih, o Bello e o Peixe na última festa aqui em casa.
O Bello e o Peixe defendiam que a vida não deveria ter problemas, que se todos vivessem em um conto de fadas iria ser tudo muito bom.
Eu já apontava o contrário, se ninguém tivesse problemas e a vida fosse um conto de fadas, todos seriam iguais e a vida entediante.
Dih ficava na rede fumando o cigarro dele e só ouvindo.
Essa festa já faz mais de um mês, mas eu ainda fico pensando bastante nisso. Para que serviram meus problemas até hoje?
Com essa pergunta eu me lembro de outra conversa que eu tive, dessa vez com o Guto (Guto e Gutinho não são as mesmas pessoas. Guto está vivo, felizmente.) aqui em casa (Ou no Bacacheri Park, não lembro bem). A gente chegou à conclusão que adoramos nossos problemas, afinal, por causa deles somos o que somos hoje.
Tenho milhões de defeitos, sei disso, mas também tenho qualidades e uma cabeça formada, e tudo isso graças aos meus problemas, que tive que superar.
Entendam meu ponto de vista: Se eu vivi tendo problemas e superando, isso me deixou preparada para enfrentar a vida. Se uma pessoa que nunca teve problemas um dia tem, não estará preparada para resolvê-los.
Já passei por muita coisa nessa vida: Mudança de cidade, preconceito, perdas, entre outras coisas que são melhores se não citadas aqui.
Não me arrependo de ter vivido nenhuma delas.
Claro que a morte do Gutinho dói, mas com ela aprendi tanto! Eu poderia citar várias coisas, mas elas são muito minhas, entendam.
Os problemas estão aí, e todo dia temos que superar ao menos um, mas isso forma nosso cartáter, sou o que sou (E você também, acredite) por causa deles.
Minhas máscaras, minhas promessas, meu jeito de agir meio indiferente (Ou as vezes meio retardada), como eu disse, TUDO o que sou hoje foram experiências passadas que tive que superar.
Os problemas são facas de dois gumes, na hora machucam e são bem ruins, mas depois vem o aprendizado, e acredite, ele sempre vem (Tive que provar isso ao Bello, mas...).
Contos de fadas são lindos, gosto deles. Lá, no livro, onde todos possam ler e ver que, sim, eles TEM seus problemas também, a diferença é que hoje não temos nosso príncipe encantado para nos salvar, temos que agir por nós mesmos. E, caso apareça um Príncipe, acabaremos descobrindo que era apenas um Lobo Mau disfarçado. Esse é o mundo de hoje, e temos que nos preparar para ele.

Deixem os contos de fadas para os livros e filmes.



domingo, 8 de agosto de 2010

Random com o namorado.

Eu e o Dih no ônibus indo pra São José dos Pinhais (Onde ele mora). Só pra vocês saberem, São José é um bairro uma tribo uma cidade longe pra cacete e eu vivo zoando ele (e ele se zoando) por morar lá. Beleza.
Eis que eu sussurro pro Dih: Nossa, um carro! Não sabia que eles tinham chego em São José já!
Dih: Pode falar alto, amor, eles não entendem nossa língua.
Retardado, eu sei, mas foi engraçado na hora.
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Eu e o Dih estamos fazendo a cifra para "Montanha Azulada", a música que eu fiz que mais gosto.
Ansiosa pra cacete!
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Lua e Dih na locadora escolhendo alguns filmes.
Lua: Vamos pegar "Aos treze"? *-* Faz tempo que eu não vejo e lembra muito minha pré-adolescência!
Dih: Vamos! :D
Dih: ...
Dih: EEII, pq lembra sua pré-adolescência? O que vc aprontava, mocinha?
Lua: ...
Lua: ...
Lua: ...
Lua: Oh, homem-aranha, vamos levar? ^-^
Dih: Não me ignore. ¬¬
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Cortei o cabelo do Dih na máquina (Raspei da um, adoro ele careca, fica com cara de presidiário e combina mais cmg) hoje. Ele perdeu um pedaço da orelha. UHSAUHSAUHSAUHSA (Não)
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Bom, é isso, essas retardadices só acontecem em São José mesmo, em Curitiba somos civilizados (claro.)
O melhor é que posso zoar São José aqui, não chegou internet lá ainda.

(Brinks, pessoal de São José, UHSAUHSAUH!)

sábado, 7 de agosto de 2010

Eles me completam.

Vamos lá, por ordem de chegada.

Nome: Naomi Cãopbell
Raça: Pastora Alemã Capa-Preta
Apelido: Neguinha ou Ursão
Personalidade: Companheira, ciumenta, arrogante, ciumenta, sabe fazer uma pressão psicológica como nenhum outro ser vivo (Experimenta comer algo do lado dela...), ciumenta.
História: Pegamos a Naomi lá em Aracaju, faz aaaaanos, já... Quando chegou lá em casa era uma bolinha de pelos preta LINDA. Na época tínhamos uma gata, a Britney, e elas tinham uma relação de amor x ódio incrível. Quando viemos pra Curitiba, todos na família vieram de carro/ônibus, a maldita veio de Varig por ser grande demais. Folgada. É a minha grande companheira, e me desespera saber que ela está ficando velhinha.
Particularidade: Naomi se comunica comigo piscando um só olho. É bem estranho, mas eu entendo ela.

Nome: Pantufa
Raça: Teóricamente pastora alemã capa-preta, na prática é uma vira-lata anã.
Apelido: Cocaína ou MuitaCocaína
Personalidade: Acho que o apelido dela foi bem digno. A Pantufinha pode estar dormindo, mas aquele chicote que chamamos de rabo não pára. Carente ao extremo, não pode ver ninguém dando atenção à outro animal que já vem com toda sua delicadeza. Ela é a estagiária da Naomi, a que fica latindo pra TODOS OS CARROS NA RUA. E eu acho que ela não dorme.
História: Compramos a Pantufa aqui em Curitiba, já, logo que mudamos pra atual casa. Foi engraçado, pq ela era pequenininha e espivetada e venerava a Naomi, saia correndo atrás dela e tals. Mas a Naomi, como a boa ciumenta que é, simplesmente ignorava a Pantufa. Não estou brincando, ela fingia que a Pantufa não estava ali, olhava pro outro lado, desbaratinava, etc. Hoje elas se amam.
Particularidade: Ela sonha. É muito engraçado.

Nome: Bóris Kunei
Raça: Gato preto vira-latês
Apelido: Leãozinho ou Morcego
Personalidade: Bóris é a minha alma gêmea. Sem tirar nem pôr, ele é o animal da casa que eu mais entendo, afinal, é IGUALZINHO à mim. Arrogânte, finge ser indiferente mas seeeempre vem me pedir um carinho, e fica meio carente logo que amanhece. Assim como eu, ele gosta de se enfiar em lugares pequenos e escuros (No caso dele, um isopor, no meu caso, o armário do colégio ou o de casa mesmo). Sei lá, é meio impossível de descrever o Bóris, ele é tão imprevisível como eu.
História: Estávamos eu e a Fer voltando pra casa andando, quando passamos por um terreno e ouvimos aquele miado de gato recém-nascido. Fomos ver e tinha uma caixa com três filhotes, dois mortos e o Bóris. Aí beleza, tava armada a treta, né, as duas loooucas com gato preto... E ele era MUUUUITO pequeno, parecia um rato com olhos extremamente azuis. Na época esse desgraçado era carinhoso, hoje ele fica de cu-doce. A gente trouxe ele pra cá e eu deixei ele no meu quarto, pensando na ilusão de criá-lo escondido. Óbviamente não deu certo e no dia seguinte cheguei do colégio e tinha uma carta hiper puta da minha mãe (que tinha saído) falando pra que eu me livrasse dele, que a Naomi ia comê-lo e tals. Eu, como a garota calma e serena que sou, disse que ou era eu e o Bóris em casa, ou nenhum dos dois. Depois de um tempo a família foi se afeiçoando à ele, acostumei ele com a Naomi (Foi bem engraçado, pq ele não tinha medo dela, mesmo ela tendo tentando avançar nele duas vezes). Hoje ele tá um gato grande e lindo, com olhos bem verdes, parece um morcego, aquele olhar maligno e grawr dele. E se dá bem com a Naomi e com a Pantufa.
Particularidade: Ele é meu parente mágico, coisa da minha religião. Quando o Bóris veio pra cá, ele precisava e mim, mas, francamente, eu precisava (e preciso) muito mais dele. Ah, e ele NUNCA sentiu interesse pela rua, graças à Deusa.

Nome: Coca-Cola
Raça: Cópia do Bóris
Apelido: Coquinha e Coruja
Personalidade: O Coca é meio difícil de se analisar. Ele é quietinho, na dele, gosta de dormir na cama da minha mãe com ela (e com certeza ela gosta mais dele do que do Bóris, o que é ótimo pra mim pq eu morro de ciumes do Bóris). Tem dias que ele acorda atacado e sái brincando com qualquer sombra, mas, no geral, ele é calmo e bem carinhosinho.
História: A história do Coca-Cola é a mais engraçada, na minha opnião. No começo desse ano eu tava fazendo reforço de química lá no CEP de tarde, aí eu saia do reforço e ia fazer o que eu fazia de melhor: Ir pro Chafaz esperar a saída da tarde. Eis que um dia eu fui pro Chafaz e tinham três mendigos (duas criancinhas e um adulto) jogando uma miniatura do Bóris no Chafariz, falando coisas como "ele tem que aprender a nadar, e ele tem que se limpar". Fatos: Estava um frio do caralho. E gatos não nadam. Aí eu entrei em um debate com a minha consciência: Se eu levar pra casa, minha mãe me mata, se eu deixar aí, eles o matam. Foi o bastante, cheguei pros caras e perguntei como quem não quer nada "esse gatinho é pra doar?". Eles ficaram meio sem graça e falaram que sim, que tavam só limpando (é claro, filhos da puta.), aí eu já falei "ah, eu quero", e peguei o Coca (Sim, peguei um gato molhado com água do Chafaz, UUUUUI! O que o amor não faz) e coloquei ele enrolado no meu casaco (tava MUITO frio e ele tremia demais). Aí deixei ele no sol, fiquei acalmando ele, que tava bem assustado, até que chegou uma galerinha. Aí eu já fui pensando que nome ia dar pra ele, né, mas não me vinha nada na cabeça. Aí chegou o Deh e deu a sugestão de colocar Coca-Cola, pq era todo preto. Eu adorei, pq se juntasse ele com o Bóris (Cujo apelido é Leãozinho) ficaria Tubão. UHSAUHSAUHSA, escroto, eu sei. Levei ele pra casa, minha mãe quis me matar, mas deixou. Frase dela: "A próxima vez que você trouxer um animal pra casa, pode ser uma FORMIGA, vc está na merda." É, entendi o recado, parei por aí... Por enquanto. MUHAHAHAH!
Particularidade: O Coca-Cola, diferente do Bóris, morria de medo da Naomi no começo, hoje é tranquilo. E, diferente do Bóris também, eles tem olhos amarelos e arregalados, não verdes e meio cínicos. Ah, e ele tem uma manchinha minúscula perto da bochecha, branca. Eu fico zoando que é o gás dele (Haha, como eu sou engraçada /morra).



É, são eles. Dois posts atrás escrevi que eu me sentia meio sozinha e tals... Hoje vejo que é besteira, tenho os melhores companheiros que eu poderia ter. Hoje eu estava meio extressada, meus pais sairam e fui fumar um cigarro lá fora. Bóris foi o primeiro a vir e sentar no meu colo, Coca veio logo depois, Pantufa veio (E tava até bem calminha, ela meio que viu que eu tava mal e maneirou, nunca vou esquecer o jeito que essa coisinha me olhou), e a Naomi ficou lá na frente, não me viu, mas se tivesse visto seria a primeira, pq ela sempre é a primeira.
Eu não preciso de mais nada, apenas dos companheiros mais puros que eu pude arranjar sempre do meu lado. Não dão conselhos, mas estão comigo quando eu preciso de alguém.

Sério, eu não sou nada sem eles.