domingo, 5 de dezembro de 2010

tricampeão

aaah, meu Fluzão, pra sempre vou te amar!

obrigada, meu tricampeão, obrigada! ♥

sábado, 4 de dezembro de 2010

Táticas escolares batutas

Bom, não dá para se dizer que alunos não tem criatividade, certo?

(Clique na imagem para ver ela inteira e entender a piada)

É amanhã :o'

Amanhã vai ser um dia MUITO importante.
Será a segunda fase da UFPR, e o meu rapazinho VAI passar, pq ele é inteligente pra caralho e tem que me dar uma vida de luxo e conforto.
Depois pq...
Ah, mano...
AMANHÃ TEM FLUMINENSE! ♥
Amanhã seremos campeões, porra.
Vai ser um jogo difícil, foda-se que é contra o Guaraní, VAI ser difícil, afinal, se não é sofrido, não é Fluminense.
Mas eu estarei em algum barzinho apoiando meu time, como manda a tradição (Isso pq não tenho grana pra ver no Rio ¬¬).
FORÇA, FLU!


E boa sorte, meu amor! *-*






P.s. nada a ver: Tô pensando seriamente em fazer meus dreads de novo. Será?

Imagem (Ou "Como filosofar em um sábado de manhã)

Vejo anúncios de maquiagem, vejo loiras de cabelo liso, vejo morenas de olhos azuis, vejo mulheres de sorrisos enigmáticos estampadas em fotos na frente de cabeleireiros, e vejo máscaras, vejo atrizes do mundo real, vejo uma imagem.
Quando as mulheres normais tentam atingir a "perfeição" das modelos das fotos, pagam o quanto for necessário para se sentir bem, e para camuflar - as vezes para si mesmas - o vazio que sentem.
Mas elas não conseguem, não conseguem atingir a perfeição imposta pela sociedade porque essa perfeição não existe.
E então elas descobrem que não existe photoshop pro mundo real.
A necessidade do ser-humano de usar a imagem como forma de status é apenas seu modo de defesa. Afinal, quem daria importância para um mendigo mal vestido ou um negro de chinelos?
Mais uma vez, a idiotice da sociedade se reflete em estampas como cores e cartão de crédito.
Então eles procuram. Procuram o carro da moda, a maior quantidade que puderem ter de pedaços de papel coloridos, a aparência perfeita, a maior mansão da rua, o trabalho mais invejado, o companheiro mais notado, enfim... Procuram algo que mostre para os outros "esse cara se deu bem na vida, ele fez tudo certo".

E então ele morre.
E não leva nada, e não viveu nada.
E se ele puder olhar lá de cima o que fez da vida, vai chorar.
Não sabemos quantas vidas temos. Alguns acreditam que temos apenas essa, outros que temos várias, outros que não temos nenhuma e isso daqui é tudo o sonho de alguém que chamamos de Deus e que pode acordar à qualquer momento.
Nada confirmado, apenas teorias.
E as pessoas ainda assim continuam a perder o que pode ser a única chance delas de terem aventuras, se sujarem, se apaixonarem, sofrerem, rirem, pagarem mico.
Talvez um dia a evolução venha. Só nos resta esperar para que não demore, ou nossos filhos entraram na "Era da Imagem".
Para talvez nunca mais saírem.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Tava demorando

Pra que eu postasse algo difamando meu namorado neste blog. Ultimamente ele anda tendo um destaque muito positivo aqui e aquela imagem de retardado que eu criei poderia estar sumindo. Não queremos isso, certo? Então, mãos à obra.
O seguinte fato ocorreu no dia de ontem, quando o Dih veio pra cá pra casa. Estávamos nós dois preparando nosso prato de almoço. Esquentei o meu, comecei a comer, aí a Lu tirou a tomada do micro-ondas e o Dih religou pra esquentar o prato dele.
Nesse que ele foi religar a tomada, ele deixou o prato em cima da mesa.
Beleza, ligou, procedimento padrão. Colocou o segundos, apertou ligar, eu vi o preto em cima da mesa e perguntei:
- O que vc está esquentando, Dih? :)'
- Meu prato. o.O
...
Apontei o prato dele, com um sorrisinho meia-boca de quem pensa "Meu Deuzinho, me explique isso, meu Deuzinho, por favor..." e ele quase chorou de rir.







♥'

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Complexidades de uma mente abstrata

Não sei se sou uma pessoa vazia, iludida ou sortuda.
Existem determinadas coisas que sempre pensei que quando saissem da minha vida fariam uma incrível falta, algo insuportável.
Saíram, e no começo realmente fez.
Mas agora é como se nunca estivessem estado no lugar em que estavam, como se nunca tivessem sido essenciais para mim.
A prioridade de ontem hoje não tem mais importância.
Isso me tornaria uma pessoa vazia? Por não ligar para aquilo que já não posso mais ter ao meu lado?
Ou iludida por na época ter pensando que aquilo era tão importante?
Talvez um pouco dos dois, e sortuda por não me fazer tanta falta. Afinal, quem estaria com um vazio seria eu.

Enfim, acho que no fundo eu continuo sendo aquela garotinha impessoal.


O dia em que for possível eu me entender, provavelmente quem sou me matará.

Rio de Janeiro? HAOIEHAUIEHAEA

Não vou lembrar exatamente como foi, é claro, mas lembro algumas cenas.
Tipo, estávamos em um morro de noite, eu, dois amigos (Homens e que sei que conheço, mas não lembro quem eram) e uma amiga (Que eu decididamente não conheço). A gente andava pelas sombras tentando sair de lá, meio agachados.
Era meio que uma estrada escura e com alguns entulhos.
Aì as vezes a garota falava alguma coisa e acabava quase gritando, e esses amigos brigavam com ela baixinho, mandando ela calar a boca ou falar baixo (OOOORRA!), mas nada aconteceu.
Até uma hora que eu e ela vimos o fim da estrada e ela gritou pros meus amigos: "Tá acabando!"
Eu não vi o que aconteceu, mas quando eles começaram a correr e se esconder nos entulhos, eu fiz o mesmo.
Ouvi alguns tiros e vi a tal garota tombar mais pra frente. Olhei pra uns entulhos de lixo que meio que formavam um beco e tinha um cara com um fuzil lá. Tentei contornar a pilha de lixo sem que ele me visse, mas já tava pensando "eu vou morrer. Caralho, eu vou morrer!"
Aí ele olhou pra mim e atirou em um dos meus amigos, e aí rolou uma parada estranha. Pensei: "Ei, velho, isso é um sonho. ¬¬", e acordei.
Quando acordei vi o provável motivo deu ter sonhado com isso.
Dormi pela terceira vez no meio da guerra do Piratas do Caribe 3. Tiros e gritos pra tudo que é lado, deve ter interferido.

Mas me senti em um jogo de CS, ou no Rio de Janeiro.