sábado, 6 de fevereiro de 2010

Era uma vez...

Era uma vez uma princesinha que passou a infância em um local mágico chamado Aracaju. Essa princesinha estudou lá do maternal até a quinta série e era muito feliz.
Um dia a dona Rainha, sua mãe, resolveu que eles iam se mudar para outro reino, chamado Curitiba. A princesinha ficou feliz, iam conhecer outros lugares, mas, quando chegou aqui, viu que as coisas eram muito diferentes.
A princesinha levou seus documentos escolares ao castelo onde iria estudar da sexta até a oitava, para que seus registros no reino Aracaju fossem guardados aqui. Todos ficaram muito felizes.
Mas a princesinha foi crescendo e teve que mudar de colégio, indo para um castelo chamando Castelo Estadual do Paraná.
A princesinha se divertiu muito estudando de tarde em seu primeiro ano, conheceu fadas, principes, sapos...
No ano seguinte, em seu segundo ano naquele castelo engraçado, tentou mudar ao turno da manhã, mas precisavam de seus documentos, aqueles que trouxera de Aracaju.
- Será fácil. - A pobre princesa pensou, sem saber que o castelo anterior dizia já tinha mandado aqueles documentos ao CEP. O CEP recusava, mas disse que eles mesmo iriam atrás daquele documento importante, e que mandariam um pombo-correio ao castelo do Reino Aracaju.
A princesinha ficou confiante, achando que seu problema seria resolvido. O seu segundo ano estava acabando (de manhã mesmo) e ela nem precisou mais do documento que o CEP disse que iria atrás. Chegou o fim do ano e o CEP disse que a ingênua princesinha precisaria daquele documento para fazer a rematrícula.
- Oh, mas vocês disseram que iriam ir atrás. - Disse ela, à um gnomo ruivo mal-encarado que comandava o castelo.
- Não, não dissemos. - Ele respondeu.
O sr Rei e a sra Rainha foram fazer a rematrícula da pobre princesa para seu terceiro ano e só precisaria daquele documento para ser completa. Eles mandaram um pombo-correio ao Reino Aracaju e receberam o documento, que a princesinha levou saltitante ao CEP.
- Estou matriculada, oba. - Pensou ela, entregando o documento ao gnomo ruivo, que sorriu malignamente.
Passaram-se as férias e a princesinha esperava ansiosa o ensalamento da manhã, que diria em que sala ela ficaria em seu castelo novo.
O ensalamento chegou hoje, em um sábado, onde os serviçais do castelo não trabalham. As aulas começam segunda. O nome da princesinha não estava no ensalamento da manhã (e o ensalamento da tarde, no qual o CEP passou muitos alunos sem que eles soubessem) só chegará no dia das aulas.
A princesinha ficou muito, muito triste, e logo sua tristeza virou raiva.
Será que ela tinha sido remanejada para a tarde? Ou será que ela nem estava matriculada em seu castelo?
Não sei as respostas pra essas duas perguntas, só saberei na segunda, quando a princesinha entrar no colégio uniformizada, assistir as aulas na sala da sua amiga fada e ir na secretaria resolver.
Mas sei de um fato.
As princesas viram bruxas com mais facilidade do que pensam.
E a bruxa não vai aturar o gnomo ruivo mais uma vez.

Existem dois fins possíveis para essa história. O gnomo ruivo colocará sua cabeça no lugar, colocando a princesa no turno da manhã e na sala que ela decidir.
O gnomo ruivo irá reclamar, e a nova bruxa meterá a mão na cara dele.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Os Reinos

Cheguei na parte mais importante de Os Reinos- A procura das pedras mágicas.
Pode-se dizer que cheguei ao fato que seria no meio do livro.
Será que consigo terminar ele este ano, depois de dois anos escrevendo? *-*'

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Aleluia!

Meu blog voltou ao normal, felizmente.
As coisas já estão do lado, e não embaixo.
Obrigada pela paciência! :P
;*

Minha vida no momento

Todo dia um ninguém josé acorda já deitado
Todo dia ainda de pé o zé dorme acordado
Todo dia o dia não quer raiar o sol do dia
Toda trilha é andada com a fé de quem crê no ditado
De que o dia insiste em nascer
Mas o dia insiste em nascer
Pra ver deitar o novo

Toda rosa é rosa porque assim ela é chamada
Toda Bossa é nova e você não liga se é usada
Todo o carnaval tem seu fim
Todo o carnaval tem seu fim
E é o fim, e é o fim

Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz

Toda banda tem um tarol, quem sabe eu não toco
Todo samba tem um refrão pra levantar o bloco
Toda escolha é feita por quem acorda já deitado
Toda folha elege um alguém que mora logo ao lado
E pinta o estandarte de azul
E põe suas estrelas no azul
Pra que mudar?

Deixa eu brincar de ser feliz,
Deixa eu pintar o meu nariz



Los Hermanos => Todo Carnaval tem seu fim.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ajude o ambiente. :D

Fazem dois dias que eu, a Fer e a Evy fomos no parque Bacacheri e, de lá, descobrimos que iria rolar um plantio de 80 mudas de árvores no parque mesmo, e estavam pedindo ajuda.
Óbvio que fomos, eu nunca seria uma Wiccana feliz se não fosse.
Estava sol, a gente chegou lá no parque cerca de 11h00 e saímos de lá 16h30. Sendo que a maior parte deste tempo foi para plantar árvores.
Eu plantei três, a Evy duas e a Fer duas. Isso individuais, porque nós três também plantamos mais três, só que uma ajudando a outra. Sei que plantamos no total 10 árvores e tivemos o dia ganho.
Não paramos um minuto. Acho que podíamos plantar mais, mas a fome bateu e a gente já estava meio sem forças, por quê não é fácil (A gente tinha que cavar o buraco, plantar a muda, buscar a terra e cobrí-la, tudo isso com fome e debaixo de sol quente), mas acho que deu certo, pq quando a gente saiu de lá só faltavam ser plantadas oito das oitenta.
Tiraram um monte de fotos, que vão mandar no meu e-mail e colocar algumas no site. Não mandaram ainda e o site não foi atualizado ainda.
Eu só queria falar deste dia com as fotos, mas se eles demorarem muito para colocar elas eu tenho certeza que terei preguiça de falar, já que vai ter baixado o embalo.
Pronto, já contei da nossa boa ação.
Quando chegarem as fotos, eu coloco.

Atualização: As fotos chegaram.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

The Black's Hell, Aldo e Tati

The Black's Hell, a banda que acabou de vir à vida. Aguardem. :)
---- Próximooo. ----
Aldo pedalando e eu na garupa.
Aldo: Estou de olhos fechados.
Eu: Ah, Aldo, não feche os olhos...
Aldo: Por quê não? Eu enxergo com o coração!
---- Próximooo. ----
Eu e o Aldo na frente da casa da Tati, aí chega a vó dela e começa a falar de um modo um tanto lunático "Vamos para Ponta Grossa ficar lá boiaaando, boiaaaando..."